SEMANA VIVER DESIGN EM SÃO PAULO

Setembro 23, 2008 por noticeadesign

To postando isto aqui porque tem muito a ver com o que foi discutido na mesa educação e sociedade!

SEMANA VIVER DESIGN EM SÃO PAULO 3 a 9 de novembro de 2008

A Secretaria Municipal de Relações Internacionais (SMRI), identificando o potencial da indústria criativa paulistana e consciente da importância da cidade em se destacar internacionalmente como uma provedora de produtos e serviços de inovação, apresenta o projeto ³KM € M € MM – VIVER DESIGN EM SP² (Quilômetro, Metro e Milímetro: Viver design em São Paulo), que acontecerá durante a semana de 3 a 9 de novembro e cujo objetivo é democratizar o design e incentivar a economia criativa, transformando São Paulo em pólo do design na América Latina.

O projeto de apoio ao desenvolvimento das indústrias criativas, com ênfase no design, atende a uma estratégia de promoção da imagem internacional da cidade e busca mobilizar a população sobre a importância do design para o mercado nacional e a proximidade dos paulistanos a todas as áreas do design.

Habitar Design – A principal questão abordada será como assegurar que numa escala kilométrica, a da paisagem urbana, esses aspectos sejam democratizados e acessíveis à população em geral. Curadores – Patrícia Anastassiadis – Arquiteta e Designer de Interiores e Regina Monteiro  Diretora de Projetos, Meio Ambiente e Paisagem Urbana da EMURB

Comunicar Design – Comunicar é da natureza de todo Design, e uma área em especial, o Design Gráfico, se dedica essencialmente a comunicar, e é hoje parte importante e anônima da vida na cidade. Curadores – Sônia Valentim de Carvalho  Diretora Financeira da ADG/Designer Gráfica e Ronald Kapaz – Sócio-Diretor da OZ Design/Design Gráfico

Usar Design – Refere-se ao produto, aos objetos que nos cercam e que usamos no cotidiano. O objeto pensado, criado, testado e produzido sempre em interação com o cidadão e como solução de melhor uso. Curadores – Sheila Brabo – Diretora do Centro São Paulo Design – CSPD, Ernesto Harsi – Presidente da Associação de Design de Produto e Carlos Scheliga – Questto Design  Designer de produto

Vestir Design – Para essa primeira edição da semana Viver Design em São Paulo, o grupo de trabalho que trata dessa área decidiu estabelecer as bases para a construção do pensamento de moda: memória, o novo e o acesso ilimitado do público ao conhecimento dessa área de manifestação da cultura. Para ampliar o conceito de democratização da moda, vários estilistas irão desenhar peças exclusivas, que ficarão expostas em espaços públicos, juntamente com seu molde e indicações de como foram feitas, para que as pessoas possam reproduzi-las em casa. Curadores – Paula Limena – Sócia-Diretora Imageneer|Consulting/ tendências de mercado e Jum Nakao – Estilista e Diretor de criação.

Pensar Design – Contempla a educação  formação dos designers  comportamento e relações humanas, em áreas como psicologia, administração, engenharia. Nesta área, alunos de diversas instituições de ensino irão desenvolver projetos que envolvem comunidades da periferia, que serão expostos em várias regiões da cidade. Curadores – Andréa Naccache  Psicanalista, criadora do Movimento pela Criação Brasileira – MOVE, Alexander Lipszyc  Diretor da Escola Panamericana de Arte e Design  EPA / ABD e Leonardo Mangiavacchi  Diretor do Istituto Europeo di Design- IED.

Design Sustentável – Todos os núcleos serão permeados pela questão da sustentabildiade. O Design Sustentável aparece no contexto da cultura contemporânea, ao apostar num modelo de negócios inclusivo, estimulando a indústria local e projetando as características da cultura brasileira no mercado global. Curador – Christian Ullmann – Oficina Nômade/iT Projetos – Design Sustentável

Coordenação Geral Flavio Goldman  Secretário Adjunto de Relações Internacionais – SMRI Daniele Alexsandra Toledo Roldán  Coordenadora de Marketing – SMRI Mariana Figo Gaspar  Assessora Internacional – SMRI Anita Gea Martinez Stefani  Assessora Internacional – SMRI

Além de todos os eventos relacionados ao tema, que já ocorrem anualmente na cidade, farão parte do ³KM € M € MM – VIVER DESIGN EM SP² algumas iniciativas organizadas pela Prefeitura e pelo grupo de curadores: – Palestras – Workshops – Exposições – Oficinas – Desfiles – 2ª edição do Seminário ³Design Made in São Paulo²

O projeto de apoio ao desenvolvimento das indústrias criativas, com ênfase no design, atende a uma estratégia de promoção da imagem internacional da cidade e busca mobilizar a população sobre a importância do design para o mercado nacional e a proximidade dos paulistanos a todas as áreas do design. 3 a 9 de novembro de 2008 Todas as atividades, tanto de cada núcleo quanto do próprio Seminário, estarão recebendo o apoio de empresas que poderão participar do evento de diversas formas.

A idéia é que os envolvidos façam parte de uma iniciativa que começa agora e se integrará ao Calendário Oficial da Cidade de São Paulo e ao circuito internacional de design.

Informações Gerais: Anita Stefani  astefani@prefeitura.sp.gov.br – Tel.: +55 11 3113.8542 Daniele Roldán droldan@prefeitura.sp.gov.br – Tel.: +55 11 3113.8546 Mariana Figo Gaspar  mfigogaspar@prefeitura.sp.gov.br – Tel.: +55 11 3113.8541

Informações para a Imprensa: Ludmila  lbernardo@prefeitura.sp.gov.br – Tel: +55 11 3113.8564

www.viverdesignsp.blogspot.com www.rldiseno.com/semana-viver-design-em-s-o-paulo.html

E foi um dia lindo…

Setembro 2, 2008 por noticeadesign

com muito sol, aquele cheirinho de café de alta qualidade no ar, vindo do “concurso” de barista que acontecia alguns andares abaixo na usina do gasômetro nos reunimos, nos encontramos, conversamos, concordamos, discutimos, tivemos idéias, nos entendemos, desentendemos, confundimos, explicamos, planejamos, viabilizamos, desconstruimos, tudo para construir…

Os participantes fizeram com que o debate fosse ótimo, tanto que já surgiram até algumas ações que poderiam ser tomadas brevemente para resolver os problemas identificados durante o debate.

E não acaba por aqui, o blog continuará vivo e publicaremos os relatórios de todas as mesas de debate, as fotos e principalmente o vídeo com os melhores momentos do debate!!

Esperamos também que seja uma ferramenta para manter o debate vivo!

Abraços!

É Amanhã!

Agosto 30, 2008 por noticeadesign

Estamos ansiosos para receber todos vocês amanhã!

Vamos a programação:

Credenciamento: 13:00 até as 14:00
Abertura: 14:00 até as 14:30
1° rodada: 14:30 até as 15:30
2° rodada: 15:40 até as 16:40
3° rodada: 16:50 até as 17:50
Mesa final: 18:00 até as 19:00 ou mais
Happy: Depois da mesa final iremos para algum bar próximo ao local confraternizar!

Quem ainda não se inscreveu, ainda tem vagas!

Faremos inscrições no local.

O design do dragão

Agosto 28, 2008 por noticeadesign

por Lígia Fascioni

Quando estava escrevendo a minha tese, lembro de ter lido um artigo de um filósofo alemão contemporâneo, Wolfgang Welsch, onde ele dizia que “(..) assim como o século XX foi o século da arte, o século XXI será o século do design”. Fiquei impressionada com a frase desse estudioso da estética, e cheguei mesmo a trocar alguns e-mails a respeito. E cada vez mais me convenço de que ele está pleno de razão.

Com esse papo todo das Olimpíadas em Pequim, acabei me lembrando do 7o Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design, que aconteceu em Curitiba, em 2006. Fui apresentar um artigo e saber em que pé está o estado-da-arte do design nesse país. Conheci muita gente, revi colegas, assisti a palestras, conferências e apresentações. Alguns dos maiores autores do design estiveram lá, como o alemão Bernhard Bürdek. Trabalhos inéditos foram lançados, pesquisas criativas foram apresentadas, mas o que mais me impressionou mesmo foi a apresentação da professora Wan-Ru Chou, do Departamento de Design Industrial da Shih Chien University, de Taipei, Taiwan.

A primeira informação impactante foi que o número de cursos superiores de design na China cresceu assombrosos 2000% desde 1980 (em 2006 eram cerca de 400 escolas — hoje deve ter crescido mais ainda). O dragão já se deu conta de que esse é um requisito imprescindível para continuar no mercado, mesmo porque o trabalho escravo praticado lá não deve se sustentar por muito mais tempo. Por mais selvagem que seja o capitalismo, as consciências dos consumidores começam a incomodar (que o diga a Nike, cujas ações se desvalorizaram em 50% quando descobriu-se que a empresa utilizava mão-de-obra infantil, em 1995).

A simpática Wan-Ru Chou (e, cabe ressaltar, com um inglês competentíssimo) mostrou como os chineses fazem a lição de casa. Todo mundo sabe que o design é um curso multidisciplinar, mas a coisa aqui sempre fica só no discurso. Lá, eles levam a prática a sério: há festas regulares em prédios especialmente construídos, onde estudantes de design, engenharia, arquitetura, moda e comunicação se reúnem em baladas performáticas onde todo mundo mostra seus talentos menos ortodoxos. Rolam concursos de trajes e a decoração é toda temática.

E a criatividade vai ainda mais além em um concurso de artefatos móveis. É assim: cada aluno (ou equipe) precisa construir um protótipo de uma geringonça que consiga transportar uma pessoa por um circuito de 10 metros de comprimento que inclui uma discreta inclinação. A engenhoca pode ser movida a qualquer tipo de propulsão, desde mãos nervosas até discos excêntricos. Como o objetivo é desenvolver a criatividade, não há preocupação com a viabilidade técnica ou de produção em escala. Basta que o percurso de 10 metros seja concluído (mesmo que com sobressaltos; houve até protótipos que se desintegraram devido ao esforço). Divertido, integrador, original, poderoso.

Mostrou-se também outras práticas de dar inveja em qualquer estudante brasileiro: intercâmbio com universidades do mundo inteiro; workshops com designers-referência em suas áreas; laboratórios equipadíssimos.

É. A China não está aí para brincadeira. Tudo indica que o país do futuro é o deles, não o nosso. Pois, como diz o conhecido consultor americano Rodney Fish, “somente uma empresa pode ser a mais barata. As outras terão que usar o design”.

Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br

retirado de: http://design.com.br/blog/o-design-do-dragao/#more-1191

O design da bagunça

Agosto 28, 2008 por noticeadesign

O design da bagunça
por Lígia Fascioni

Estou escrevendo alguns artigos para um congresso e resolvi estudar os currículos dos cursos de design oferecidos no país, incluindo suas diversas habilitações. Não é difícil; exceto por algumas poucas faculdades, todos divulgam em seus sites a estrutura curricular (nota: no meio da navegação, achei por acaso uma escola de administração que esconde a grade de disciplinas com medo de ser copiada. Surreal? Inacreditável? E a escola é daqui mesmo…).

Ainda que as habilitações sejam diversas (moda, produto, gráfico, webdesign, editorial, mobiliário, mídias eletrônicas, jóias, etc), fiquei pasma com a diversidade de currículos. Não há nem mesmo uma grade básica de conhecimentos que todos precisem aprender. Para se ter uma idéia, menos de 30% dos 235 cursos de graduação em design oferecidos no Brasil contam com a disciplina gestão do design. Em cursos de design de produto, por exemplo, não encontrei dois com mais de 50% de disciplinas comuns a ambos (excetos os oferecidos pela mesma rede de faculdades).

Isso me leva a lamentar um fato que acabei sabendo no decorrer da pesquisa: uma faculdade de design instalada em Joinville teve recentemente suas portas fechadas (só descobri perguntando para um amigo que mora e trabalha lá, pois o site simplesmente saiu do ar sem dar maiores satisfações). Pois ele me contou que os alunos pêgos de surpresa no penúltimo semestre, ao tentarem concluir o curso em outra faculdade, tiveram uma notícia desagradável: descobriram que teriam que cursar mais três anos para alinhar as disciplinas. Não é revoltante? Como é os currículos podem ser tão diversos em um mesmo curso, na mesma habilitação, na mesma cidade?

Imagino que algum tipo de variação aconteça na maioria das graduações e com dentistas e advogados não seja diferente. Ainda que engenheiros possam sofrer com mudanças de currículos, todas as habilitações, sem exceção, precisam estudar cálculo integral e física, por exemplo, além de álgebra e mecânica dos fluidos. É básico. Por que é que nos cursos de design não acontece assim também?

Dá impressão que cada faculdade escolhe o que gosta mais ou o que acha mais interessante e manda ver. Se o curso explodir, paciência, os alunos que paguem. É claro que não deve ser assim, tenho certeza de que há um trabalho sério que fundamenta cada escolha, senão o MEC não iria aprovar, mas talvez as diretivas sejam excessivamente genéricas. Também não dá para dizer que um curso seja melhor que outro apenas olhando as disciplinas – há muita gente séria tentando fazer o melhor que pode. Mas como conviver com tantas e tão gritantes diferenças em formações que deveriam ter muito mais pontos em comum?

O preocupante é que você não sabe se o designer que está contratando conhece gestalt ou semiótica, já que nem todos os currículos incluem esses tópicos. Há cursos onde não se estuda nem mesmo teoria das cores.

Que fique bem claro que não estou defendendo que os currículos sejam engessados; há que se respeitar as necessidades e a realidade de cada região, de cada mercado, da intenção e dos objetivos de cada projeto pedagógico. Mesmo assim, não faz sentido que duas habilitações com o mesmo nome, ambas autorizadas pelo MEC, tenham mais de seis semestres de disciplinas diferentes em seus currículos, concorda?

Eis aí uma boa questão para os profissionais de design se debruçarem. Como regulamentar uma profissão tão heterogênea na formação de seus profissionais? Como organizar essa bagunça sem nivelar por baixo e nem prejudicar os estudantes?

A questão está lançada…

(fonte: http://www.acontecendoaqui.com.br/index.asp?dep=16&colunista=12&pg=12036)

Design

Agosto 27, 2008 por noticeadesign

designar
do Lat. designare
v. tr.,
indicar;
mostrar;
apontar;
escolher, nomear;
qualificar;
assinalar.

de•sign [di-zahyn]
–verb
.to prepare the preliminary sketch or the plans for (a work to be executed), esp. to plan the form and structure of:
. to make drawings, preliminary sketches, or plans.
.to plan and fashion the form and structure of an object, work of art, decorative scheme, etc.

de•sign (dĭ-zīn’)
v. de•signed, de•sign•ing, de•signs
1.

a. To conceive or fashion in the mind; invent;
b. To formulate a plan for;

2. To plan out in systematic, usually graphic form;
3. To create or contrive for a particular purpose or effect;
4. To have as a goal or purpose; intend;
5. To create or execute in an artistic or highly skilled manner.


ESTUDANTE, DESIGNE A SUA EDUCAÇÃO

Sobre o Projeto Megafônicas

Agosto 27, 2008 por noticeadesign

Nascido da necessidade de aumentar a comunicação e a integração dos estudantes de Design soteropolitanos, o Sistema Megafônicas, desenvolvido pela então graduanda da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Erica Ribeiro, se tornou um evento consagrado no espaço estudantil baiano. Baseado nos Círculos de Cultura do educador pernambucano Paulo Freire, o sistema foi aprimorado ao longo das 3 edições, sempre priorizando a horizontalidade e a integração dos participantes, envolvendo-os numa dinâmica de discussão produtiva e relacionada diretamente com o conhecimento pessoal dos estudantes, professores e profissionais, que se estende ao conhecimento adquirido na academia.

O Megafônicas é constituído por mesas redondas simultâneas que, através de uma rotina de rodadas, permite que os participantes discutam sobre diversos assuntos, sempre com um grupo diferente da mesa anterior e assim com referências diferentes, promovendo a construção de conhecimento de forma plural e dinâmica, integrando as mais diferentes classes sociais, étnicas e políticas, num mesmo espaço de debate. As mesas são mediadas sempre por um ou uma estudante e registradas por um relator ou relatora, participante chave responsável pela compilação das informações e tópicos centrais da discussão, para uma futura publicação e assim disseminar o resultado do evento para ampliar os efeitos da discussão.

Megafônicas by Erica Ribeiro de Andrade is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil License.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://megafonicas.wordpress.com/

Os urubus e sabiás – Rubem Alves

Agosto 27, 2008 por noticeadesign

“Tudo aconteceu numa terra distante, no tempo em que os bichos falavam… Os urubus, aves por natureza becadas, mas sem grandes dotes para o canto, decidiram que, mesmo contra a natureza eles haveriam de se tornar grandes cantores. E para isto fundaram escolas e importaram professores, gargarejaram dó-ré-mi-fá, mandaram imprimir diplomas, e fizeram competições entre si, para ver quais deles seriam os mais importantes e teriam a permissão para mandar nos outros. Foi assim que eles organizaram concursos e se deram nomes pomposos, e o sonho de cada urubuzinho, instrutor em início de carreira, era se tornar um respeitável urubu titular, a quem todos chamam de Vossa Excelência. Tudo ia muito bem até que a doce tranqüilidade da hierarquia dos urubus foi estremecida. A floresta foi invadida por bandos de pintassilgos tagarelas, que brincavam com os canários e faziam serenatas para os sabiás… Os velhos urubus entortaram o bico, o rancor encrespou a testa , e eles convocaram pintassilgos, sabiás e canários para um inquérito.

— Onde estão os documentos dos seus concursos? E as pobres aves se olharam perplexas, porque nunca haviam imaginado que tais coisas houvessem. Não haviam passado por escolas de canto, porque o canto nascera com elas. E nunca apresentaram um diploma para provar que sabiam cantar, mas cantavam simplesmente…

— Não, assim não pode ser. Cantar sem a titulação devida é um desrespeito à ordem.

E os urubus, em uníssono, expulsaram da floresta os passarinhos que cantavam sem alvarás…

MORAL: Em terra de urubus diplomados não se houve canto de sabiá.”

Rubem Alves é autor de livros e artigos abordando temas religiosos, educacionais e existenciais, além de uma série de livros infantis.

["Ensinar" é descrito por Alves como um ato de alegria, um ofício que deve ser exercido com paixão e arte. É como a vida de um palhaço que entra no picadeiro todos os dias com a missão renovada de divertir. Ensinar é fazer aquele momento único e especial. Ridendo dicere severum: rindo, dizer coisas sérias. Mostrando que esta, na verdade é a forma mais eficaz e verdadeira de transmitir conhecimento. Agindo como um mago e não como um mágico. Não como alguém que ilude e sim como quem acredita e faz crer, que deve fazer acontecer.]

Seja Bem Vindo!

Agosto 26, 2008 por noticeadesign

Utilizaremos este blog para aquecer o debate do próximo domingo!

Se você ainda não sabe o que é megafônicas:

Conheça o site: http://megafonicas.com.br/

e assista ao Vídeo:

Qual é sua educação?

Documentário: A folha que sobrou do Caderno

Agosto 26, 2008 por noticeadesign

A folha que sobrou do caderno com roteiro, câmera, edição e direção de Alexandre Czajkowski, Mauro Alex Rego e Gabriel Costa Rodrigues.

Todos os anos uma leva de designers se forma nos quatro cantos do Brasil e uma pergunta inquietante não quer calar: estarão esses futuros profissionais sendo preparados para enfrentar as múltiplas realidades do nosso país? Existiria uma estrutura de curso ideal para formar os profissionais de design adequados à nossa realidade? A quem interessa manter um formato de ensino ultrapassado e ineficiente? Você já parou para pensar em seu papel diante disso tudo? “A folha que sobrou do caderno” é um instigante documentário resultante de uma inquietação pessoal em congruência com uma preocupação coletiva: precisamos discutir e reformar o ensino de design no Brasil. São colocadas opiniões sobre modelos ideais de cursos e o papel que professores e estudantes desempenhariam nesses modelos, bem como discussão sobre formação tecnológica e teórica. A estrutura atual do ensino, questionamentos sobre pesquisa e atualização tanto por parte dos professores como dos estudantes também são abordados. A organização estudantil como transformadora da realidade e o Movimento Estudantil fornecem o fechamento das discussões. Em “A folha que sobrou do caderno”, História, depoimentos e atitudes são os principais ingredientes para alcançar a maior proposta do filme: PROVOCAR.

update: 01/09/08 – legendas do vídeo corrigidas